A A. Cunha Advocacia gasta horas toda semana escrevendo peças que seguem o mesmo esqueleto: petição inicial, réplica, recurso. O texto muda pouco, o trabalho manual muda nada. As ferramentas genéricas de IA prometem resolver isso, mas inventam jurisprudência e citam artigo que não existe. Numa peça que vai pro processo, um erro de fonte não é um detalhe, é um risco.
O advogado escreve em linguagem natural. O MINUTA monta a peça no padrão do escritório, marca cada fundamento com a fonte de onde saiu e manda para a fila de revisão. Nada é dado como pronto.
Boa parte do trabalho de um escritório é montar peça padronizada: mesma estrutura, mesmos fundamentos, cliente diferente. Automatizar isso é óbvio. O problema é o meio do caminho. IA genérica escreve rápido e cita bonito, mas cita errado: inventa súmula, troca número de artigo, atribui julgado que nunca existiu. Num contexto em que o texto vai assinado para o processo, isso não é um bug tolerável, é a diferença entre economizar tempo e criar passivo. Por isso o MINUTA não foi desenhado para escrever sozinho. Foi desenhado para escrever com fonte rastreável e parar antes da assinatura.
Peça no padrão do escritório. Petição inicial, réplica e recursos com a estrutura, o tom e as cláusulas que a A. Cunha já usa. O sistema aprende o formato, não impõe um genérico.
Fonte conferível em cada fundamento. Toda citação de lei, súmula ou julgado nasce com o link para a origem. Se não dá pra conferir, não entra na peça.
Revisão humana obrigatória. Nenhuma peça sai do sistema sem passar por aprovação. A IA rascunha, o advogado decide. O gate é parte do produto, não uma sugestão.
Histórico e reuso. Cada peça aprovada vira base para a próxima. O escritório para de reescrever do zero o que já resolveu antes.
Critério de aceite antes do código. O que conta como peça correta foi definido com o escritório antes de a primeira linha ser escrita. A régua veio primeiro.
O painel mostra cada peça e em que ponto do fluxo ela está. O editor abre a peça com as fontes ao lado e um checklist de revisão que precisa ser fechado antes de aprovar.
O MINUTA tira do advogado o trabalho de montar o esqueleto da peça e devolve o tempo para o que exige julgamento. A parte repetitiva vira rascunho em minutos. A parte que vai assinada não anda sem fonte conferível e sem alguém do escritório aprovar. É essa a régua que foi escrita antes do código.
Conta qual processo consome a semana do seu time. A gente desenha o sistema em cima do que já existe.